sexta-feira, fevereiro 18, 2005

Força interior

Decorreram 45 dias desde que foi anunciada a lista de candidatos a deputados do PSD por Castelo Branco,.
Foram dias muito intensos, cheios de novas experiências e conhecimentos.
A caravana automóvel que hoje encheu as ruas de Castelo Branco, foi a maior alguma vez realizada. Foi uma demonstração de força, de mobilização, de vontade de vencer.
Quero agradecer a todos os que nos ajudaram a fazer esta campanha eleitoral - os militantes da JSD e do PSD, os simpatizantes, os autarcas sociais democratas, a comunicação social e tanta gente anónima que nos deu força e ânimo, para percorrermos este caminho.
O fim desta campanha não é o fim deste percurso. É um momento de paragem, de reflexão, de análise, de restauro de energias, para prosseguirmos.
O PSD é um partido extraordinário, que foi sempre capaz de se superar, de fazer mais e melhor, de ir mais além... porque nasce da sua força interior.

Imagens a reter XV


A cidade de Castelo Branco.
Esta imagem aérea mostra como cresceu a cidade nos 30 anos que decorreram desde o 25 de Abril de 1974.
Castelo Branco é um exemplo de vitalidade, rejuvenescimento e dinâmica que importa acarinhar e apoiar.

Reforçar a economia - criar emprego e riqueza


A Beira Interior tem vindo a sofrer grandes modificações ao longo dos últimos 20 anos.
Essas modificações traduziram-se numa significativa melhoria das condições de vida das populações em geral, mas também mostraram debilidades nos sectores agrícola e têxtil, bem como na deficiente formação profissional.
O desenvolvimento da Beira Interior passa por reforçar as condições de competitividade da região, dinamizando os sectores industrial, agrícola, de investigação e desenvolvimento e procurando alcançar o principal objectivo - criar emprego e riqueza.
Apostaremos na diversificação industrial, contribuindo para a instalação de novas empresas com novas áreas de actividade, para além da tradicionalmente existente - o têxtil.
Apoiaremos a construção e funcionamento de centros tecnológicos e de investigação, em estreita colaboração com as instituições responsáveis pela formação e qualificação dos recursos humanos. Enquadra-se nesta medida o desenvolvimento do Parkurbis na Covilhã e da zona industrial de Castelo Branco, a criação de um pólo de ciência e tecnologia na capital do distrito e a expansão do parque industrial do Fundão.
Prosseguiremos com os esforços de expansão e internacionalização das empresas existentes, garantindo os apoios necessários a esta medida.
Pretendemos continuar com a qualificação e promoção dos produtos tradicionais, apoiando a criação e expansão de empresas de transformação e comercialização destes produtos.
No domínio agrícola lutaremos pela conclusão do regadio da Cova da Beira e pelo regadio da Marateca, apoiaremos a criação do Centro Tecnológico Agro-Alimentar da Cova da Beira e contribuiremos para a promoção de novas redes comerciais para os produtos agrícolas da Cova da Beira.
Será ainda um objectivo essencial do nosso trabalho, prosseguir com a reforma do sector florestal, por forma a reduzir os incêndios florestais e aumentar a capacidade produtiva da fileira florestal.
Apostaremos também na concretização do Plano de Promoção e Valorização do Sector Laneiro na Europa.
Incentivaremos o desenvolvimento de projectos turísticos que valorizem as nossas riquezas naturais e culturais e que contribuam para o desenvolvimento do mundo rural.

quinta-feira, fevereiro 17, 2005

Imagens a reter XIV


O Picoto da Milriça, em Vila de Rei, considerado o centro geodésico de Portugal.
Foi aqui que, em 1802, se iniciaram os trabalhos de construção dos primeiros 32 vértices geodésicos nacionais, destinados à elaboração da Carta Geográfica de Portugal.
Por isso, é considerado o local do nascimento da cartografia moderna de Portugal.
Situado a 600 m de altitude, tem uma vista fabulosa. Em dias de boa visibilidade, é possível avistar daqui a planície alentejana e as serras do Muradal, da Gardunha, de Alvelos, da Estrela, de Aire e de Montejunto.
Se não puder visitar este local e aproveitar a vista, poderá ficar com uma ideia aproximada no site 360º Portugal (no mapa de Portugal, seleccione o distrito de Castelo Branco, de seguida, sobre o detalhe do mapa e junto a Vila de Rei seleccione o Marco Geodésico da Milriça). Disfrute a imagem que é igualmente fabulosa.

quarta-feira, fevereiro 16, 2005

O Zézere


O Rio Zézere.
O segundo maior rio que nasce em Portugal, depois do Mondego.
Uma linha de água de vital importância para a Beira Interior e para o país.
Nas suas albufeiras, Castelo de Bode, Bouçã e Cabril, existe uma reserva estratégica de água.
Daqui sai a água que abastece a região de Lisboa e vários milhões de portugueses.
Por isso, a continuação do trabalho de despoluição deste rio é fundamental.
Temos que prosseguir com o trabalho de construção das redes de esgotos nas áreas urbanas e com a construção de ETAR's para o tratamento das águas residuais, eliminando as descargas poluentes.
A indústria, particularmente os têxteis da Covilhã, também devem ser abrangidos pelas medidas de tratamento das respectivas águas residuais, pelo que continuaremos a trabalhar no sentido de apoiar estas mudanças.

Áreas protegidas e riquezas naturais


Durante a próxima legislatura iremos concluir os planos de ordenamento das áreas protegidas, bem como o plano sectorial da rede natura 2000.
No passado dia 20 de Janeiro, o Conselho de Ministros aprovou o Plano de Ordenamento da Reserva Natural da Serra da Malcata (na imagem).
Será útil recordar que o Governo a que tenho a honra de pertencer conseguiu, em dois anos, fazer mais pelo ordenamento das áreas protegidas que o Partido Socialista nos seis anos que esteve no Governo. Aliás, nesses seis anos, não aprovaram um único plano de ordenamento. Nos últimos dois anos, já aprovámos vários planos de ordenamento.
Dentro de poucos meses será iniciada a discussão pública do plano de ordenamento do Parque Natural da Serra da Estrela, seguindo-se o do Tejo Internacional.
Iremos ainda iniciar a discussão pública do plano sectorial da Rede Natura 2000, que abrange os 90 sítios protegidos existentes em Portugal, dos quais três se localizam na Beira Interior - a Serra da Malcata, o Tejo Internacional, Erges e Ponsul e a Gardunha.
São estes os passos concretos que estamos a dar para proteger os nossos valores naturais e a biodiversidade. Temos que continuar este trabalho!

terça-feira, fevereiro 15, 2005

Imagens a reter XIII


A Ribeira de Isna, no Concelho de Oleiros.
Uma paisagem deslumbrante e um problema que está em vias de resolução.
A recuperação da qualidade das suas águas cristalinas, juntamente com as das Ribeiras da Sertã e de Alge, no âmbito do projecto de despoluição da zona envolvente das albufeiras de Castelo de Bode e Cabril, nos concelhos da Sertã e Oleiros.

segunda-feira, fevereiro 14, 2005

A aposta no turismo


Há muita coisa que está a mudar na área turística na Beira Interior.
Os municípios e os agentes económicos já perceberam que esta é uma área que justifica uma forte aposta nos próximos anos.
Em primeiro lugar a Serra da Estrela, o único local onde se pode esquiar no inverno em Portugal. A zona de jogo recentemente aprovada pelo Governo, a requalificação das áreas degradadas e as iniciativas visando uma maior divulgação deste Região de Turismo, são algumas das medidas que queremos concretizar.
Continuaremos a apoiar a modernização e requalificação das Termas de Monfortinho, bem como a sua divulgação. A construção do IC31 será um factor muito importante para uma maior dinamização das termas, já que irá melhorar os acessos.
O Turismo da Natureza é outra área que pode ter um grande desenvolvimento. A Beira Interior tem um conjunto de áreas protegidas muito importante - Serra da Estrela, Tejo Internacional, Serra da Malcata e Serra da Gardunha - e que justificam uma intervenção articulada entre o Instituto de Conservação da Natureza, os municípios e os agentes de promoção turística, nomeadamente a Região de Turismo da Serra da Estrela e a NaturTejo.
Prosseguiremos com o Programa Nacional de Valorização de Praias Fluviais visando criar novas praias fluviais no distrito.
As albufeiras de águas públicas são um outro elemento que pode contribuir para reforçar as actividades e a dinamização turística da região. Embora se tratem de ecossistemas sensíveis, que carecem de adequada e cuidada utilização, podem constituir áreas de recreio e lazer, que contribuam para reforçar as dinâmicas locais.
Tal como o programa de recuperação das aldeias históricas, envolvendo no caso do distrito de Castelo Branco as aldeias de Castelo Novo, Idanha-a-Velha e Monsanto, que pretendemos prosseguir, a par das intervenções na recuperação e conservação do património cultural.

Regresso ao Fundão


Regressei hoje ao Fundão. Infelizmente, a gripe que me atormenta há alguns dias conseguiu dar cabo do meu programa e só me juntei ao Carlos Pinto e restantes candidatos após o almoço.
O Fundão é uma cidade que merece mais que uma visita. O Manuel Frexes, que conquistou a Câmara Municipal do Fundão ao PS há quatro anos tem feito um trabalho magnífico.
O Parque Industrial parece uma "cidade de indústria e serviços". Depois de contactos com a população, visitámos diversas empresas, que são exemplos da capacidade de criação e fixação de emprego, serviços e transformação, quando se criam as condições ideais.
Mais tarde, visitámos a Escola Profissional do Fundão e a Santa Casa da Misericórdia. A primeira é modelar no ensino das artes, contando com alunos de um vasto leque etário.
A Santa Casa dispõe de uma creche e jardim de Infância de fazer inveja. Ao lado destas instalações, a Santa Casa está a construir um Lar de Terceira Idade. Instalações modernas e de qualidade que aposta numa solução inovadora: para além do regime de internato, dispõe ainda de pequenos apartamentos, em regime de autonomia, para casais. Mas, gostei muito de verificar que a sala principal deste novo lar tem vista para o pátio da creche, com a serra da Gardunha em fundo.
Devido às alterações do prgrama não me pude deslocar a Aldeia de Joanes, Souto da Casa e Castelejo. Deixo na fotografia deste post a imagem da igreja da Aldeia de Joanes, um registo do que perdi, por ter sido obrigado a alterar o programa do dia.

Beira Baixa Digital - um projecto inovador

O Beira Baixa Digital é um projecto inovador, aprovado em 2004 com outros 11 projectos de cidades e regiões digitais. Trata-se de dotar as cidades e regiões com novas tecnologias e sistemas de informação que permitam a divulgação e interacção entre as entidades públicas e privadas nas mais diversas áreas da actividade económica e cultural.
Este projecto divide-se em vários sub-projectos:

1. Freguesias Digitais
Pretende-se prioritariamente mostrar ao mundo as 157 freguesias da região com todos os sítios em português, inglês e espanhol. Em segundo lugar o projecto visa divulgar e vender "paraísos" para adultos sofisticados com necessidades de evasão dos espaços urbanos. Trata-se também de criar um sistema de compra e de venda de propriedades para todos quantos necessitam de se evadir e privilegiam a excelência ecológica, o bom comer e o bom viver, fora das dinâmicas citadinas.
O back office do projecto assenta na construção de um conjunto de bases de dados muito completas, com todas as informações úteis sobre as freguesias que integram o Beira Baixa Digital. As bases de dados possibilitam cruzamentos de informações de forma a obter-se uma "radiografia" rigorosa das debilidades e das potencialidades de cada freguesia, bem como do imobiliário efectivamente à venda.
2. Fórum Digital Regional
Este projecto visa dotar as populações residentes nas freguesias da Beira Baixa de um conjunto de funcionalidade suportadas sobre os PC's de última geração, com monitores LCD de boa definição a funcionar como televisor de parede e ligado por banda larga à Internet. O sistema operativo que está a ser customizado para estas máquinas é o Windows Media Center, uma edição da Microsoft de 2005 e as funcionalidades actualmente em desenvolvimento para o Fórum Digital Regional são as seguintes:
- Vídeo chamadas sobre IP. Pretende-se interessar e, de algum modo, fidelizar as populações residentes nas freguesias no uso das tecnologias que lhes são realmente úteis. Neste caso projecta-se estabelecer ligações por voz e imagem com todos os centros comunitários da diáspora portuguesa, de forma a proporcionar vídeo-chamadas gratuitas a todos os residentes nas freguesias que têm familiares ou amigos a viver no estrangeiro.
- Telefonemas sobre I.P. Usando o mesmo sistema atrás exposto combinam-se telefonemas para os familiares no estrangeiro e realizam-se legalmente ao preço de uma chamada local.
- Sistema de televisão em modalidade dual: as máquinas e o respectivo sistema operativo estão dotadas de um sintonizador que permite a recepção das emissões de televisão hertziana e por cabo; além disso, o Instituto Politécnico de Castelo Branco e, provavelmente, a Universidade da Beira Interior irão desenvolver uma emissão experimental de TV Digital sobre ADSL, com a duração de uma hora diária.
- Rádio e música interactiva: para além de colocar on-line as rádios locais da Beira Baixa, de forma a que sejam ouvidas em todo o mundo, o projecto visa ainda criar sítios na Internet de boa música popular da região dotando o sítio de possibilidades verdadeiramente interactivas.
- Acervo on line de contos regionais. Trata-se de desenvolver um sítio onde se vão registar e confrontar as diversas versões de contos populares. Estimulam-se as gravações áudio e vídeo de informantes residentes através do projecto "Quem conta um conto".
3. Mata Mundos
Este projecto foi proposto pela equipa artística e pedagógica residente em Belgais. Trata-se de dar continuidade a uma iniciativa que se esboçou há dois anos na freguesia da Mata, a mais próxima da granja de Belgais. Aí, as equipas artísticas e pedagógicas trabalham com as crianças das escolas em projectos mulltidisciplinares onde a música ocupa um espaço central. Concomitante a essa actividade desenvolveram um sítio na Internet que apelidaram "Mata Mundo" e a partir do qual propagaram com sucesso as iniciativas musicais e escolares do grupo. Criada uma comunidade on-line, pretende-se agora reforçar esta rede, dotando-a de mais computadores e de software de desenvolvimento de competências musicais, bem como de iniciativas no domínio da troca de experiências artísticas e de ensino.
4. Spin off de empresas saídas da Universidade
Este projecto é originário da Universidade da Beira Interior, sediada na Covilhã. Trata-se de estimular o nascimento e desenvolvimento de empresas criadas por estudantes e/ou estudantes e professores com ideias originais nas respectivas áreas de especialidade, por exemplo, comercializar um novo tipo de "fibra têxtil dotada de rádio frequência".
5. Mercado global on-line de fruta da Cova da Beira
Este projecto nasceu na Câmara Municipal do Fundão e visa criar e dinamizar um mercado B2B da fruta produzida na Cova da Beira. Dado o crescente prestígio desta produção e a sua capacidade de conquistar mercados internacionais, trata-se de desenvolver uma ferramenta de comércio on-line essencial para todos os produtores e comerciantes da região poderem negociar os seus produtos a nível global.
6. Centros de competências
Trata-se de um projecto comum, que visa fixar competências jovens na região a nível dos chamados processos de trabalho digital. Para tanto, cada munícipio cria de parceria com empresas, instituições do ensino superior, ou isoladamente um centro de competências por concelho, pelo menos. Este núcleo vai irradiar saberes e competências e a respectiva sustentibilidade está assegurada pelo conjunto de prestações de serviços à comunidade que lhes caberá cumprir.

domingo, fevereiro 13, 2005

Uma tarde no Concelho do Fundão


Após o almoço na Sertã, desloquei-me ao Concelho do Fundão.
A nossa primeira etapa foi em Atalaia do Campo. Estava a decorrer um importante jogo de futebol entre o clube local e a equipa de São Vicente da Beira.
Em boa verdade, a esmagadora maioria dos adeptos apoiava o clube da casa. A vitória dos locais era essencial para assegurar a subida de divisão. Chegámos já o jogo ia avançado, mas nada de golos. A vitória do Atalaia demorava e as expressões dos populares ia esmorecendo.
Estávamos a assistir ao jogo, talvez, há 15 minutos quando o Atalaia do Campo faz um "golão". Os adeptos entraram em euforia. Depois, foi vê-los contar os minutos até acabar a partida.
Pouco depois, a subida de divisão já era uma certeza, com uma vitória tangencial mas muito festejada!
Fomos aos balneários cumprimentar os jogadores. Estavam radiantes.
A seguir à Atalaia do Campo, seguimos até à Póvoa da Atalaia e à Soalheira. Muitas pessoas vinham ter connosco apenas para um abraço. Estimulante…
Apesar de já estarmos quase no lusco-fusco, com o frio a aparecer à medida que o sol desaparecia, havia muita animação. Os contactos com a população aqueciam e animava-nos.
Entrámos num café. Logo à esquerda, estava , imaginem, uma mesa de matraquilhos!
Não resisti: joguei matraquilhos! Com o Carlos Pinto, o Carlos São Martinho e o Joaquim da Atalaia, fizemos uma bela jogatana de "matrecos". O Joaquim da Atalaia e eu demos uma "banhada" ao Carlos Pinto e ao Carlos São Martinho: 7-2!

Almoço na Sertã


Após a visita a Vila de Rei, seguimos para a Sertã, para mais um almoço com os nossos apoiantes.Foi fantástico! Foi mais que "casa cheia"! Eram mais de 800 pessoas. E todas pelo PSD! Foi quase inebriante. Foi um verdadeiro banho de multidão!Ainda por cima, tive ao meu lado dois grandes amigos: José Miguel Júdice, que há cerca de 15 anos não participava em acções partidárias com esta natureza e dimensão e o Nicolau Breyner. Foram, ambos, uma grande ajuda nesta caminhada eleitoral.

Visita ao Concelho de Vila de Rei


Hoje visitei Vila de Rei, uma encantadora vila da zona do Pinhal, sul do distrito de Castelo Branco. É uma paisagem muito própria, muito recortada, com enormes manchas florestais.
A visita, que realizei com alguns dos meus colegas candidatos a Deputados destinou-se à assinatura do contrato de legislatura com a Sra. Presidente da Câmara Municipal, Irene Barata.
Um dos compromissos que assumimos é o de continuar a desenvolver as reformas necessárias ao sector florestal, para reduzir os incêndios e aumentar a capacidade produtiva da fileira florestal.
O apoio ao desenvolvimento económico é outra matéria a que iremos dedicar o nosso esforço, estimulando a criação e expansão de empresas de transformação e comercialização de produtos do concelho. As acessibilidades, o turismo, a formação profissional, a preservação arquitectónica e o apoio à construção de um pavilhão multi-usos foram outras áreas em que nos comprometemos a pôr as mãos à obra na Assembleia da República.

Jantar comício na Covilhã


Ontem à noite tivémos o jantar comício na Covilhã.
O pavilhão do Sport Águias do Dominguiso estava a abarrotar.
Eram quase 1000 pessoas, por sinal muito animadas, que aproveitaram, enquanto jantávamos, para improvisadamente cantarem o folclore da região.
A JSD, como sempre, dava o mote da animação, com toda a assistência a seguir-lhe os refrões. A sensação de ver quase mil pessoas felizes, que prescindiram de boa parte da sua noite de sábado para marcarem presença no comício é, de facto, gratificante, e renova-nos o empenho e a determinação de continuarmos a lutar pelas nossas causas! Foi, realmente, um extraordinário comício.
Só lamento – mas compreendo, dado o volume de trabalho provocado pela campanha eleitoral e o reduzido corpo redactorial da Comunicação Social da região – que apenas estivessem presentes os jornais Gazeta do Interior e o Povo da Beira. Mas, enfim, o importante foi poder participar de um belíssimo momento de convívio com muitos militantes e simpatizantes do PSD.

Visita ao Concelho da Covilhã


Passei o dia na Covilhã, acompanhado pelos meus companheiros de lista à Assembleia da República.
Começámos por visitar o mercado da cidade. Logo de manhã, estava absolutamente cheio. Com alguma dificuldade conseguíamos andar entre as bancadas das vendedeiras. Mas, o que mais me tocou, foi a adesão das pessoas. Abordavam-nos. Queriam falar, abraçar, desejar sorte para as eleições. O pouco material de campanha que levávamos desapareceu num ápice.
Verificou-se um facto muito interessante. O Partido Socialista também lá estava. Foi curioso verificar a indiferença das pessoas para com o PS. De tal forma que, passados poucos minutos, a pequena comitiva socialista já tinha desaparecido.
Saídos do mercado, passeámos pela zona histórica da Covilhã. A cidade está bonita, com boa parte já recuperada e outra em obras camarárias de recuperação.
A visita ao Lar de São José revelou-me, mais uma vez, a importância social das IPSS. É um lar com mais de 100 anos, com instalações fantásticas e condições de acolhimento de grande qualidade. Fica num local elevado da cidade e tem um grande jardim que é uma verdadeira varanda sobre a Cova da Beira. No fundo, posso dizer que é uma verdadeira casa para quem lá está hospedado.
Depois, deslocámo-nos até Teixoso, onde visitámos a feira, passeámos pelas ruas e trocámos impressões com moradores. Seguiu-se a visita a Vila Carvalho.

Imagens a reter XII


O Aeródromo das Moitas em Proença-a-Nova.
Um equipamento que se está a revelar de um enorme valor para este concelho.
O seu centro de pára-quedismo, Skydive Portugal, é já uma referência nos desportos radicais em Portugal e constitui uma atracção turística que movimenta muitas pessoas.
Daí o nosso compromisso em desenvolver e modernizar esta infraestrutura.

Conservar o património - uma tarefa permanente


A conservação e recuperação do nosso património é uma tarefa que, dada a sua natureza, nunca estará acabada, carecendo de permanentes investimentos.
A Beira Interior possui uma enorme riqueza patrimonial, fruto de séculos de história e do trabalho das suas gentes. Igrejas, Castelos, Pontes, Aldeias Históricas, são algumas das referências dessa riqueza cultural e arquitectónica que se encontra um pouco por toda a parte.
Nos últimos anos realizámos vários investimentos na conservação e restauro deste nosso legado cultural. A conservação do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, o restauro da Sé de Castelo Branco, cujas obras ainda decorrem, a requalificação da envolvente da Sé de Idanha-a-Velha também em curso, o arranjo do Convento de Santo António de Penamacor, a iniciar brevemente e o Castelo de Belmonte, são alguns desses exemplos.
A fotografia deste post mostra a Ponte Filipina do Rio Zézere, próximo de Pedrógão Pequeno, uma construção com mais de 300 anos, que também carece de conservação.
Nos próximos anos há muito trabalho a realizar.
A prioridade será dada à requalificação e recuperação dos centros históricos, no âmbito da reforma do arrendamento habitacional. Castelo Branco, Fundão, Covilhã, Vila de Rei e ainda as aldeias históricas, Castelo Novo, Monsanto e Idanha-a-Velha, receberão o nosso apoio.
A aquisição e recuperação do Cine Teatro Gardunha, a recuperação da Casa da Torre em Caria, o Arquivo Municipal de Penamacor e a continuação da requalificação da envolvente do Castelo de Belmonte, são algumas das acções que pretendemos ver realizadas.
Finalmente, concretizaremos a candidatura de Monsanto e Idanha-a-Velha a património da humanidade.

sábado, fevereiro 12, 2005

Visita ao Concelho da Sertã


Estive ontem no Concelho da Sertã.
Esta lindíssima região do Pinhal, paredes-meias com o rio Zézere e as suas albufeiras.
De facto, o recorte da paisagem, polvilhada de pinheiros e oliveiras, é fabulosa. A destoar, está a marca ainda visível, deixada pelos incêndios que lavraram por esta região.
Fomos recebidos, verdadeiramente, de braços abertos.
No mercado e na feira, o entusiasmo foi fantástico. Segredaram-me os dirigentes locais do PSD que há muito tempo não viam tanto entusiasmo por estas bandas. É reconfortante. Tantos mais que estavam por lá, à mesma hora, o candidatos do PP, do PS e do Bloco de Esquerda.
Depois deste banho de simpatia fomos até à Câmara Municipal da Sertã, onde o Sr. Presidente da Câmara nos recebeu amavelmente.
A nossa visita destinou-se a entregar em mão o nosso compromisso de legislatura para com os eleitores da Sertã. As acessibilidades são uma premência para este concelho, sobretudo o IC8 e ainda as ligações a Tomar a ao Fundão, bem como o acesso a Maljoga pela estrada nacional 241.
Para além das vias de comunicação, assumimos também o compromisso de apoiar e estimular a criação de novas centralidades neste concelho, que ajudem a fixar a população mais jovem e que promovam a criação de postos de trabalho, apostando na qualificação da mão-de-obra.
Consideramos ainda fundamental para o futuro da Sertã, que se prossiga com a reforma florestal, destinada a reduzir os incêndios florestais e a reforçar a riqueza florestal da zona do Pinhal.
Durante a tarde prossegui o contactos nas freguesias de Cernache do Bonjardim e do Castelo, onde visitei várias empresas e equipamentos sociais.
Terminei a tarde com uma entrevista à Rádio Condestável, uma rádio local com quase 20 anos de história.

Entrevista ao Jornal do Fundão

O Jornal do Fundão publicou ontem a entrevista que me fizeram na passada segunda-feira. Foi uma longa entrevista – de mais de uma hora – viva, intensa e cheia.
Em discurso directo é mais fácil explicar o que sinto e penso sobre o distrito de Castelo Branco e as suas necessidades. Considero importante aproveitar todas as oportunidades para transmitir aos eleitores de Castelo Branco as propostas do PSD. Nesse aspecto, missão cumprida.
Na mesma edição – quase encenando um frente-a-frente sempre recusado – o Jornal do Fundão publicou também uma entrevista ao Eng. José Sócrates.
Desculpem-me o desabafo. Mas, para além do esvoaçar de alguns vagos e ténues slogans, as palavras do líder socialista não produzem uma ideia, proposta ou projecto. Ou, será que prometer que não se vai esquecer do interior vale alguma coisa, depois de anos e anos como deputado eleito por este círculo e o trabalho que se apresenta é a A23, quando 80% do traçado desta auto-estrada foi aberto por governos do PSD?

sexta-feira, fevereiro 11, 2005

Debate sobre a sociedade da informação


Participei ontem num debate sobre a Sociedade da Informação na Escola Superior de Tecnologia de Castelo Branco. Foi um momento alto da semana. Perante um auditório cheio e na companhia do Presidente da UMIC, Dr. Diogo Vasconcelos e do Prof. David Justino, discutimos o que foi feito e o muito que há para fazer para transformarmos Portugal numa Sociedade baseada no Conhecimento.
O tema é particularmente actual, porquanto o PS escolheu o “choque tecnológico” como tema-bandeira da campanha, mas o seu programa, nesta área é particularmente indigente, escondendo ou ignorando o muito que foi feito nos últimos dois anos e meio.
Debatemos alguns dos marcos deste percurso.
O Portal do Cidadão, lançado em Fevereiro do ano passado. Na sua construção participaram mais de 500 pessoas, de 120 organismos. O portal é uma porta de entrada para mais de 700 serviços. Apesar de ser uma marca jovem, é já conhecido de 30% dos portugueses, contando com mais de 2,5 milhões de page views mensais.
O programa das Compras Electrónicas é outro dos marcos do muito que foi feito. Navegando neste site é possível ter o ponto da situação deste programa, que já permitiu poupar mais de 3,5 milhões de euros, em oito ministérios. Mobiliza cerca de mil funcionários públicos e, na fase de cruzeiro, estima-se que poupe mais de 250 milhões de euros/ano.
Inovar passa pela aposta numa Nova Escola, com redes e conteúdos em Banda Larga, onde a tecnologia altera o paradigma do ensino e da aprendizagem, Até ao final do ano, todas as 9 mil escolas do ensino básico e secundário estarão ligadas em banda larga. Neste momento, o número de escolas ligadas já ultrapassa 1200. Mais de 180 mil alunos estão a frequentar a nova disciplina de TIC, que este ano tem o seu primeiro ano, no 9º e 10º ano.
A iniciativa Campus Virtuais é hoje um caso de estudo mundial. Lançada há dois anos, comtemplou todas as escolas de ensino superior. Dos sessenta projectos aprovados, 40 já estão executados. O projecto do Politécnico de Castelo Branco, apoiado em 500 mil euros, está já na fase de concurso público. Através de uma rede de banda larga sem fios, também aqui será possivel, aceder à net, e a um conjunto de dezenas de serviços académicos.
Outra das iniciativas marcantes do governo foi a Biblioteca do Conhecimento Online. Tirámos Portugal da Idade Média, ao dar acesso, à distância de um clique, à fronteira do conhecimento. Desde o seu lançamento, no final de Março do ano passado, esta Biblioteca já registou mais de dois milhões de downloads. Em face do êxito, alargamos de 3.500 para 12.500 o número de revistas cientificas disponíveis. Como disse o Dr. Diogo Vasconcelos, a Biblioteca do Conhecimento Online é uma revolução no acesso ao conhecimento.
Finalizo com um apelo à iniciativa. Portugal precisa de desmultiplicar centros de criatividade empresarial, de abrir novas frentes, de lançar embriões de novos grupos, de enriquecer o casting de empresários e gestores. Para isso, foi lançada a iniciativa Neotec, que irá apoiar spinn offs do sistema cientifico e tecnológico. Mais do que grandes tiradas gongóricas, o PSD fez obra, que se reflete no dia a dia de milhões de portugueses, na criação de um Portugal do Conhecimento . Tenho orgulho de ter sido responsável por esta área no XVI Governo. Muito mais tínhamos planeado para os próximos dois anos. Com o apoio dos portugueses, não ficaremos por aqui. Se fizemos o que fizemos em pouco mais de dois anos, imaginem o que não faremos em quatro!

Imagens (e sons) a reter XI


É a ESTuna - Tuna Académica da Escola Superior de Tecnologia do Instituto Politécnico de Castelo Branco - que me recebeu na visita ontem realizada a esta escola superior.
Um exemplo da vitalidade estudantil em Castelo Branco que tanto está a contribuir para o rejuvenescimento da Beira Interior.

Visita à zona industrial de Castelo Branco


Visitei ontem a zona industrial de Castelo Branco.
E lembrei-me da história da semente que foi cuidadosamente tratada durante anos. A semente deu lugar a uma árvore que continuou a ser cuidada. A árvore cresceu. Hoje várias gerações desfrutam a sombra dessa árvore.
A zona industrial de Castelo Branco é uma grande árvore que teve a atenção de várias gerações, vários executivos camarários, vários governos, muita gente.
Há cerca de 30 anos quando começaram este projecto, poucos imaginariam a importância que alcançaria. Quando os terrenos foram vendidos a um escudo por metro quadrado, alguns ridicularizaram os que sonhavam.
Hoje o sonho é uma realidade. Os Albicastrenses sabem que ganharam uma grande aposta.
Na visita que realizei, estive numa empresa cuja história é quase coincidente com a desta zona industrial.
Estou a falar da Centauro Portugal - e não me importo que me acusem de fazer publicidade porque a empresa merece - que é um exemplo do tipo de empresas que o nosso País precisa. Tecnologia de ponta, modernidade, mão-de-obra qualificada, grande internacionalização, presença na internet (aproveitem para ver o site da empresa).
Quero agradecer ao Sr. Manuel Henriques - sei que veio propositadamente dos Estados Unidos - a fantástica recepção que me concedeu e a oportunidade que tive em conhecer uma obra-prima do empresariado português.
Esta empresa e muitas outras da zona industrial de Castelo Branco, representam uma riqueza inestimável para a Beira Interior.
Continuem a trabalhar!!

Novos caminhos para a Beira Interior


São as nossas propostas no domínio das acessibilidades a Castelo Branco.
Agora que já concluímos a A23, principal eixo estruturante do distrito, vamos avançar com os itinerários complementares.
Em primeiro lugar concluindo o IC8, na ligação da Sertã à A23.
Depois o IC6, ligando a Covilhã a Coimbra e o IC31, ligando a A23 a Idanha-a-Nova, a Monfortinho e a Espanha.
Também a rede de estradas nacionais continuará a ser beneficiada, nomeadamente:
- as ligações do Fundão a Pampilhosa da Serra, Tomar e Coimbra;
- os acessos de Belmonte e Caria aos nós da A23, resolvendo o problema da ponte de S. Sebastião, em Caria;
- o traçado de Isna de Oleiros ao Pontão do Laranjeiro;
- os acessos de Penamacor a Espanha e à A23;
- a ligação entre Vila de Rei e a Sertã;
- o antigo IP2 ligando Fratel a Gardete;
- os acessos a Vila Velha de Ródão a partir da A23.
Nas acções no domínio rodoviário incluem-se ainda a variante à Covilhã e os estudos para as novas pontes sobre o Tejo, ligando Malpica do Tejo a Espanha e Perais ao Concelho de Nisa.
A modernização e desenvolvimento dos aeródromos da Covilhã e das Moitas em Proença-a-Nova e a conclusão da modernização e electrificação da linha da Beira Beixa constituem os outros dois vectores de intervenção nas acessibilidades ao distrito.

quinta-feira, fevereiro 10, 2005

Imagens a reter X


Os incêndios florestais.
Nalguns locais a paisagem ainda está negra. E já passaram alguns anos desde o último incêndio.
É um problema grave do nosso país e particularmente grave na zona do Pinhal.
Um problema que se arrasta há várias décadas e que se agravou nos últimos anos.
Amanhã visitarei a Sertã e este assunto acompanhar-me-á.
A Reforma Florestal que iniciámos em 2003 é fundamental para resolver este problema.
Como dizem os bombeiros "os incêndios florestais não se apagam, evitam-se".
Mas este é um trabalho para várias gerações, cujos resultados não surgirão de um dia para outro, que requer paciência e persistência.

quarta-feira, fevereiro 09, 2005

Visita ao Concelho de Vila Velha de Ródão


Visitei esta tarde o Concelho de Vila Velha de Ródão.
Em Sarnadas, onde almocei, conheci o novo Espaço Museológico do Azeite, uma iniciativa que merece ser apoiada e acarinhada dada a importância do azeite na actividade e cultura desta terra.
Percorri ainda Vila Velha de Ródão e Fratel, sempre com a presença do Rio Tejo no horizonte.
É com satisfação que registo as significativas melhorias ambientais no funcionamento da fábrica de celulose de Vila Velha. Sei que têm realizado grandes investimentos para proteger o ambiente e espero que prossigam neste rumo, pois ainda há muito a fazer para que esta fábrica se torne um símbolo de boa vizinhança.
As acessibilidades também são um problema nesta parte do Distrito.
Importa melhorar a ligação à A23 e recuperar o antigo IP2 na ligação de Fratel a Gardete.

Absolutamente lamentável

Foi com profunda surpresa que tomei conhecimento da notícia publicada na edição de hoje do jornal "A Capital", com chamada na primeira página, sob o título "Santana Lopes será recandidato no PSD se atingir os 30%".
A notícia é uma mistificação grosseira e um atropelo das mais elementares regras deontológicas.
É absolutamente lamentável que há quase um mês me tenha sido solicitada uma entrevista no intuito de fazer uma análise serena e tranquila da história do PSD, nos últimos 30 anos da nossa vida politica, e que, depois, se aproveite esse encontro para agora se publicarem afirmações descontextualizadas, tentando assim criar novos factos políticos.
Sobretudo quando V. Exas. muito bem sabem que só concedi essa entrevista porque me foi garantido que o objectivo era efectuar uma conversa com profundidade e alguma elevação sobre a história do PSD, a sua evolução no plano ideológico, as bandeiras permanentes do partido a nível económico e social, os ciclos políticos, etc. e não qualquer comentário ou opinião a circunstâncias politicas do momento, que expressamente me recusei a fazer.
Foram esses os precisos termos da entrevista que acordámos.
Neste contexto, retirar abusivamente, um mês depois, extrapolações das minhas palavras, reproduzindo afirmações e criando títulos que não correspondem, em nada, ao que eu disse, é um acto verdadeiramente inqualificável e eticamente condenável.
A gravidade do vosso comportamento obriga-me a uma reacção firme no sentido de repor a verdade. O jornalismo tem regras formais e deontológicas que têm de ser cumpridas. O que manifestamente não se passou neste caso.
Por isso, quero aqui repudiar de forma total e categórica este tipo de mistificação que não esperava ver num jornal como "A Capital", dirigido pelo Dr. Luis Osório, pessoa por quem tenho grande estima e consideração pessoal.
Ainda sobre a questão que tratam na notícia em apreço, reafirmo, mais uma vez, que nunca poderia ter produzido quaisquer comentários sobre o assunto, sobretudo porque estou absolutamente firme e convicto, ao contrário do que o vosso jornal quer fazer crer, que o PSD e o Dr. Santana Lopes vão ganhar as eleições do próximo dia 20 de Fevereiro.

Visita a Castelo Branco e Alcains


Na passada 2ª feira, visitei Castelo Branco e Alcains.
Contei com uma companhia excepcional. O meu bom amigo Nicolau Breyner que não perdeu uma única oportunidade para transformar os locais por onde passámos em verdadeiras festas.
Viva o Nicolau!
Logo pela manhã estivemos na praça municipal de Castelo Branco. Um local que fervilhava de gente e de actividade. Uma recepção que fica na minha memória como a mais animada e divertida que até hoje vivi em campanha eleitoral.
Depois reuni com o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, com quem discuti os problemas do concelho e da região. Abordámos os problemas de criação de emprego, instalação de novas empresas na zona industrial, medidas de descentralização de competências que agilizem os procedimentos para licenciamento de empresas, as acessibilidades e o desenvolvimento cultural e turístico.
Quero aqui deixar uma nota de apreço e agradecimento ao Sr. Presidente da Câmara.
Reuni de seguida com a ACICB - Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Castelo Branco, Idanha-a-Nova e Vila Velha de Ródão, onde me foram transmitidas as preocupações deste sector com as novas realidades concorrenciais, em especial as grandes superfícies e as novas lojas de comércio de produtos chineses.
Dediquei a tarde à Vila de Alcains, onde visitei várias empresas emblemáticas da região.
A Dielmar, um exemplo de como a indústria de confecções não teme a ameaça dos texteis chineses, uma empresa nascida em 1965 e que criou uma marca que é sinónimo de qualidade.
O matadouro da Oviger, outro caso de referência.
E a Cooproque, uma das casas dos tão famosos queijos de Alcains, que tive o prazer de provar.
Foi um dia em cheio numa campanha que sinto crescer a cada dia que passa.

terça-feira, fevereiro 08, 2005

Imagens a reter IX


A barragem de Idanha no Rio Ponsul.
Em tempos de seca, um caso a recordar a todos aqueles que são contra a construção de barragens.
Um exemplo de como as albufeiras de águas públicas servem para muito mais do que desportos náuticos.
Uma reserva estratégica de água, fundamental para as culturas das centenas de regantes e beneficiários de Idanha-a-Nova.

segunda-feira, fevereiro 07, 2005

O PS e a central de compostagem da Cova da Beira


Há um limite a partir do qual se deve questionar a seriedade dos adversários.
É o que sucede quando se falta despudoradamente à verdade sobre factos concretos e objectivos.
Refiro-me às declarações de responsáveis do PS sobre a central de compostagem da Cova da Beira, publicadas ontem na Kaminhos.
Percebe-se, de imediato, que pretendem proteger a responsabilidade do Eng. José Sócrates nesta obra.
O Governo a que pertenço, decidiu ampliar a capacidade da central de compostagem.
Tal decisão resultou da constatação que este equipamento tinha sido construído para receber 50.000 toneladas de resíduos em 12 anos e ao fim de 6 anos já teria ultrapassado as 65.000 toneladas. Ou seja, tivemos que corrigir mais um erro do Eng. José Sócrates.
O Governo a que pertenço, teve que realizar vultuosos investimentos para que esta central pudesse funcionar em condições - nos aterros, na construção de uma ETAR, na correcção das deficiências do edifício.
Como pode o PS afirmar que a construção de duas lagoas para as águas lixiviadas é uma solução aceitável em termos ambientais? Como puderam omitir a situação das graves infiltrações de águas lixiviadas nos solos agrícolas e lençóis freáticos e depois afirmar que a central foi inaugurada sem problemas de funcionamento?
O PS conhece muito bem os gravíssimos erros cometidos pelo Eng. José Sócrates neste processo.
Por isso teve necessidade de visitar a central.
Por isso fez declarações que faltam à verdade e que são um atentado à inteligência de qualquer cidadão.

Visita ao Concelho de Proença-a-Nova


Com a preciosa companhia do Sr. Presidente da Câmara, visitei ontem Proença-a-Nova.
Junto à Igreja, nos cafés, nas ruas e depois ao almoço, senti a solidariedade desta gente que desde sempre apoiou o PSD e que mais uma vez marcou presença.
Na Estalagem das Amoras, onde almoçámos, assinei o contrato de legislatura que vincula os candidatos a deputados do PSD a um conjunto de compromissos com os eleitores da Proença-a-Nova nos próximos quatro anos:
- o apoio a medidas que permitam criar e expandir empresas de transformação e comercialização de produtos tradicionais do Concelho;
- a criação de incentivos destinados ao desenvolvimento de projectos turísticos que valorizem as riquezas naturais e culturais de Proença-a-Nova;
- a continuação das tão necessárias reformas do sector florestal, destinadas a prevenir e reduzir os incêndios florestais e a desenvolver a fileira florestal;
- as obras de melhoria das acessibilidades, nomeadamente a conclusão do IC8 até à A23 e a nova ligação de Isna de Oleiros ao Pontão do Laranjeiro;
- a modernização e desenvolvimento do aeródromo das Moitas;
- a instalação do ensino profissional na Sobreira Formosa.
Quero aqui registar a presença da jornalista Laura Sequeira do Diário XXI que me acompanhou nesta acção de campanha e cuja reportagem me sensibilizou.

Campanha em todo o Distrito


A imagem é do Fundão e é uma acção de campanha no passado dia 5 na Praça.
A máquina laranja vai estar em todo o lado.
Da mais pequena aldeia às cidades do Fundão, Covilhã e Castelo Branco.
Para passarmos a nossa mensagem e as nossas propostas.

domingo, fevereiro 06, 2005

Que grande festa!


Foi um grande comício.
Obrigado Eurico de Melo pelas suas palavras amigas.
Obrigado Alberto João Jardim pelo calor, convicção e entusiasmo que nos trouxe.
Obrigado JSD. A grande JSD onde comecei a minha actividade política há 30 anos. A vossa alegria e irreverência encheram por inteiro aquele pavilhão.
Obrigado Pedro Santana Lopes, pelo apoio e estímulo que nos vieste dar.
Obrigado a todos os que estiveram presentes.
Este comício não foi só o início da campanha em Castelo Branco.
Foi o início da campanha nacional.
Para aqueles que pretendiam anunciar já os resultados eleitorais, foi a demonstração que têm que esperar pelo dia 20 de Fevereiro e pela decisão dos portugueses.
Em Castelo Branco, começámos a construir a nossa vitória.

Covilhã... à noite

Já tinha ouvido falar.
Agora já conheço!
A Covilhã à noite é um mar de gente.
E em vésperas de Carnaval parece que todo o país está aqui.
Não falta animação. Não faltam espaços para diversão.
É um verdadeiro ambiente cosmopolita.
Vale a pena conhecer a Covilhã à noite.

Visita ao Concelho de Idanha-a-Nova


O dia de ontem foi integralmente dedicado ao Concelho de Idanha-a-Nova.
Contei com a presença de Pedrito de Portugal que me acompanhou nesta acção de campanha.
Comecei em Oledo, onde realizei contactos com a população. Foi uma recepção excelente.
Seguiu-se a sede do concelho, Idanha-a-Nova. Fui recebido no quartel dos Bombeiros Voluntários.
Depois, percorri as ruas e cafés, onde recebi palavras de estímulo e apoio.
E ainda há quem diga que Castelo Branco é um distrito socialista?
Como estão enganados.
O almoço em Proença-a-Velha, ao ar livre. Parecia que estávamos em plena primavera.
Durante a tarde realizei contactos em Medelim, Monsanto e Penha Garcia. Não esquecerei as 3 músicas que as adufeiras me dedicaram em Monsanto.
Neste dia pude validar a importância e premência das propostas que constam do nosso programa eleitoral.
Desde logo a construção do IC31 que irá revolucionar todas as acessibilidades às localidades por onde passei.
Depois a importância de concretizar uma medida de que se fala há vários anos: a apresentação da candidatura de Monsanto e Idanha-a-Velha a património da humanidade.
A riqueza cultural e histórica destas terras justifica-a.

sábado, fevereiro 05, 2005

Imagens a reter VIII


A Torre de Centum Cellas, na freguesia de Colmeal da Torre, em Belmonte.
Monumento Nacional desde 1927, é um exemplo da enorme riqueza histórica e cultural da Beira Interior.
Trata-se de uma das construções mais significativas e enigmáticas do vasto património arquitectónico que temos que conservar e reabilitar, para preservarmos a memória dos muitos povos e civilizações que nos antecederam.
Um pedaço da nossa história que é indissociável da nossa identidade cultural.

sexta-feira, fevereiro 04, 2005

Visita ao Concelho de Belmonte


Visitámos ontem o Concelho de Belmonte.
Na companhia da nossa candidata a deputada Dra Isabel Patrício, tive oportunidade de contactar com as várias realidades desta terra e as suas necessidades.
Em primeiro lugar as acessibilidades de Belmonte e Caria aos dois nós da A23 e o problema da ponte de S. Sebastião em Caria.
Na vila de Belmonte fiquei finalmente a conhecer uma realidade cultural e social ímpar no nosso país: a ancestral comunidade judaica, que me recebeu calorosamente na sua sinagoga.
Nesta zona histórica, pude verificar que se justifica prosseguir com a requalificação da envolvente do Castelo de Belmonte.
Visitei também as obras do futuro posto da GNR de Belmonte. Trata-se de uma obra que durante muitos anos constou no PIDDAC. Ficará pronta dentro de poucos meses.
Em Colmeal da Torre visitei o novo centro de dia cuja construção decorre e que é uma grande aspiração desta freguesia e do seu Presidente, o Sr. Paulo Gonçalves.
Finalmente, em Caria e após os contactos de rua com a população, dei uma entrevista à Rádio Caria, uma rádio local nascida em 1984 - no tempo das emissões piratas - com o nome Rádio Toca da Moura.

quinta-feira, fevereiro 03, 2005

Domingo não falte!


quarta-feira, fevereiro 02, 2005

Visita ao Concelho da Covilhã


Visitámos ontem vários locais da Covilhã.
Sempre acompanhado pelo Sr. Presidente da Câmara Municipal da Covilhã, Carlos Pinto, pude compreender o trabalho que tem sido realizado pelo desenvolvimento deste concelho.
E os resultados são bem visíveis.
O Parkurbis, irá proporcionar à indústria tradicional a aquisição de capacidade inovadora diversificando e melhorando os equipamentos e tecnologias de fabrico e incorporando novos avanços tecnológicos. É um grande salto para a Covilhã e para a diversificação industrial, tão necessária face aos problemas da indústria textil.
Nas Minas da Panasqueira, no Paúl e no Tortosendo pude ainda apreciar o esforço de investimento realizado pela Câmara, pelo Governo e pela iniciativa privada na criação de equipamentos e infraestruturas que melhorem a vida das populações.
Por isso, e para reforçar o nosso compromisso, assinámos na Câmara Municipal um contrato de legislatura que vincula os candidatos a deputados do PSD a um conjunto de compromissos com os eleitores da Covilhã nos próximos quatro anos:
- o apoio ao desenvolvimento do Parkubis, a aposta num plano de promoção e valorização do sector laneiro na Europa e a promoção de novas redes comerciais para os produtos agrícolas da Cova da Beira;
- nas acessibilidades, a construção do IC6 que ligará a Covilhã a Coimbra, a variante à Covilhã e a modernização e desenvolvimento do aeródromo;
- a construção da barragem de abastecimento de água nas Penhas da Saúde;
- o desenvolvimento turístico da Serra da Estrela e o aproveitamento turístico das Minas da Panasqueira.

terça-feira, fevereiro 01, 2005

Visita às Minas da Panasqueira


Visitei hoje as Minas da Panasqueira.
Um empreendimento que é um ícone desta região e que já foi, noutros tempos, praticamente a única base de criação de riqueza dos concelhos do Fundão e Covilhã.
Fruto da intervenção do Governo do PSD e da iniciativa da Câmara Municipal da Covilhã e do seu presidente, Carlos Pinto, foi possível – contra todas as vozes da desgraça – apostar na sua viabilidade económica, aumentando consideravelmente, nos últimos anos, o número de empregos e permitindo a manutenção da produção do volfrâmio, considerado como o de melhor qualidade a nível mundial.
Foi esse nosso empenho que também permitiu garantir, agora, no âmbito do segundo QCA, 25 milhões de euros para investimentos turísticos nas Minas da Panasqueira.
E, confesso, é gratificante verificar as expressões de esperança que o nosso trabalho e o empenho dos responsáveis permite espelhar nas gentes que vêem abrir-se novas oportunidades.

segunda-feira, janeiro 31, 2005

Imagens a reter VII


A Serra da Gardunha.
Palavra que em árabe significa refúgio.
Outra riqueza do Distrito e um dos sítios nacionais classificados na Rede Natura 2000.
Rica em carvalhais mistos, esta serra é o único local onde existe a planta Asphodelus bento-rainhae (Abrótea).
Para reforçar a protecção desta espécie o Governo decidiu alargar os limites deste sítio da Rede Natura através da Resolução do Conselho de Ministros nº 135/2004 de 2 de Setembro.
Tem um enorme potencial turístico que a Câmara Municipal do Fundão procura explorar com vários projectos que tem em curso.
Igualmente várias entidades e associações dedicam a sua actividade à divulgação e preservação dos valores deste sítio. Aconselho que conheçam a Adesgar - Associação de Defesa e Desenvolvimento da Serra da Gardunha e a Associação de Montanhismo do Fundão, Gardunha Viva.

A modernização da Linha da Beira Baixa


A modernização da Linha da Beira Baixa é um dos exemplos do trabalho que o Governo do PSD dedicou a Castelo Branco.
O caminho de ferro é um elemento essencial para o transporte de passageiros e mercadorias e consequentemente para o desenvolvimento económico desta região.
O projecto presentemente em curso por parte da REFER, permitirá aumentar a velocidade média de circulação para 90 Km/hora e assim reduzir os tempos de viagem entre a Covilhã, Castelo Branco e Lisboa.
Este projecto, permitirá a introdução futura dos novos comboios tipo pendular. Este novo material circulante tornará possível reduzir para 3:15 horas e viagem da Covilhã a Lisboa, que hoje dura 4:20 horas. A viagem de Castelo Branco a Lisboa também passará de 3:20 horas para 2:30 horas.
A aposta na melhoria destas acessibilidades ao Distrito, implica um investimento de 180 milhões de euros e a eliminação da quase totalidade das 300 passagens de nível existentes.
Em Maio deste ano assistiremos à conclusão da electrificação da Linha da Beira Baixa até Castelo Branco e em Dezembro de 2006 esta infraestrutura ficará operacional até à Covilhã.
Inaugurada em 11 de Maio de 1892, esta linha com uma longa história, vai finalmente conhecer um grande desenvolvimento.

domingo, janeiro 30, 2005

Carta aberta

Apresento a carta aberta que seguirá amanhã pelo correio para todos os eleitores do Distrito.

Caro/a eleitor/a,

É com muita honra e sentido de dedicação que me candidato a Deputado pelo circulo eleitoral de Castelo Branco.
Sei que tenho um desafio pela frente. Mas também sei que conto com uma grande equipa.
Uma equipa do PSD. Feita de gente que está habituada a colocar os interesses nacionais à frente de tudo o resto. Uma equipa composta por pessoas que lutam todos os dias pelo desenvolvimento e progresso do País. De cidadãos que colocam todo o seu empenho em criar condições para que todos possam dispor de mais oportunidades e de melhor qualidade de vida.
Somos do PSD e o PSD é o partido que, nos últimos trinta anos, mais fez por Portugal.
Estivemos em todos os momentos decisivos da nossa história recente: na instauração e consolidação do regime democrático; na adesão à Comunidade Económica Européia; na aplicação dos fundos Comunitários; nos impulsos de desenvolvimento, progresso e modernidade; na consolidação das finanças públicas e na criação dos instrumentos para que Portugal possa competir com os países mais desenvolvidos da União Européia.
Enquanto para uns existe apenas o desenvolvimento do litoral e o esquecimento das regiões mais afastadas, para o PSD é da força interior que Portugal se faz grande.
Estou aqui porque assumi um compromisso. Um compromisso com o Distrito de Castelo Branco. Um compromisso com a Beira Interior. E, acima de tudo, um compromisso com cada eleitor deste Distrito.
É um compromisso de trabalho. Lado a lado, consigo, diariamente, vamos trabalhar em prol da resolução dos problemas do Distrito e da construção de um futuro melhor para todos.
Vamos celebrar um "Contrato com cada Concelho" onde ficará escrito, de forma clara e transparente, o que nos propomos fazer durante os próximos quatro anos.
Neste "Contrato" estão em causa as prioridades de Castelo Branco. Quero contar com as suas ideias, com a sua opinião, com os seus esclarecimentos, mas acima de tudo com a sua vontade e a sua participação.
Por isso, ao longo dos próximos dias, vou estar consigo juntamente com a restante equipa do PSD, para receber as suas sugestões.
Juntos, vamos construir um futuro melhor!
Conte com a Força Interior de quem acredita nos portugueses e nas suas capacidades.
Conto com a força interior de todos quantos residem neste distrito
Conto consigo!

sábado, janeiro 29, 2005

Imagens a reter VI


O Parque Natural do Tejo Internacional.
Uma das grandes riquezas naturais e paisagísticas de Portugal.
Criado no ano 2000, este Parque irá em breve ter o seu plano de ordenamento na sequência da decisão do Governo tomada em Março de 2004.
Um plano que deverá constituir um instrumento para o desenvolvimento local, baseado nas actividades tradicionais e no turismo e que será essencial para proteger a biodiversidade e os valores naturais.
Faço votos para que o Instituto de Conservação da Natureza e todos os que participam na comissão mista de coordenação estejam à altura destes desafios.

quinta-feira, janeiro 27, 2005

Comunicado: PSD sempre disponível para debates

O PSD, quer a nível nacional, quer a nível distrital, está, e sempre esteve, totalmente disponível para a realização de todos os debates com todos os partidos e candidatos a Deputados que concorrem às eleições legislativas do próximo dia 20 de Fevereiro.
A provar essa disponibilidade há diversos exemplos concretos e claríssimos.
Num primeiro momento, a Câmara de Comércio e Indústria do Centro, no dia 10 de Janeiro, dirigiu um convite aos cabeças-de-lista para a realização de um debate. De imediato, o PSD aceitou esse convite, enquanto o Eng. José Sócrates recusou estar presente e o PS negou-se a indicar qualquer outro elemento da lista de candidatos a deputados. Em segundo lugar, o PSD, no dia 19 de Janeiro, convidou o PS para a realização de onze debates, um em cada concelho do distrito de Castelo-Branco, solicitando a presença do Eng. José Sócrates em apenas dois deles: no primeiro, para apresentação de propostas; e no último, para balanço da campanha eleitoral. O PS nunca respondeu ao convite do PSD.
Por último, nove Rádios do distrito de Castelo-Branco convidaram, no dia 19 de Janeiro, os cabeça-delista de todos os partidos para participarem num debate. Esse convite foi aceite de imediato pelo cabeça-de-lista do PSD, Dr. Nuno Morais Sarmento. Mais uma vez, o Eng. José Sócrates se negou a estar presente, inviabilizando a realização desta meritória iniciativa.
Como se verifica, o cabeça-de-lista e os restantes candidatos do PSD estiveram sempre disponíveis para participarem em quaisquer debates. Portanto, afirmar que o PSD não está disponível é cometer uma inverdade.
O PS tem um cabeça-de-lista fantasma, que, tal como se recusa a debater a nível nacional as propostas para a governação do País, foge às questões que dominam as preocupações das populações do distrito de Castelo-Branco.

quarta-feira, janeiro 26, 2005

Visita ao Concelho do Fundão


Visitei hoje o Concelho do Fundão.
Contei com a preciosa companhia do Sr. Presidente da Câmara Municipal, Dr. Manuel Frexes.
É impressionante o trabalho que está a ser realizado nesta terra, na área do desenvolvimento económico, da educação, da cultura, da defesa do património e no apoio social aos mais idosos e carenciados.
Por isso, senti um grande prazer em assinar o contrato de legislatura que vincula os candidatos a deputados do PSD a um conjunto de compromissos com os eleitores do Fundão nos próximos quatro anos:
- a expansão do parque industrial, a conclusão do regadio da Cova da Beira e a criação do Centro Tecnológico Agro-Alimentar;
- a melhoria das acessibilidades a Pampilhosa da Serra, Coimbra e Tomar, bem como a electrificação da Linha da Beira Baixa até à Covilhã;
- o lançamento de programas nacionais de apoio à recuperação de edifícios antigos e que serão aplicados na zona histórica do Fundão, bem como o apoio à requalificação do Parque da Cidade;
- o apoio à construção das instalações para a Escola Superior de Turismo e à recuperação do Cine-Teatro Gardunha.
Estes são alguns dos nossos compromissos que quis assumir expressamente com o Fundão.

Debate com empresários do Fundão

Participei ontem num debate promovido pela Associação Comercial e Industrial do Concelho do Fundão (ACICF), que reuniu algumas dezenas de empresários locais e onde tive oportunidade de constatar algumas das dificuldades com que se deparam as empresas do Interior.
Registei as preocupações dos empresários que apontaram a burocracia do Estado e a morosidade da Justiça como exemplos de entraves colocados à competitividade do sector privado.
Conforme referi, o período económico anterior a 1995 foi marcado por uma opção consistente, dos Governos do Prof. Cavaco Silva, de aproveitamento dos Fundos Comunitários para se proceder à infra-estruturação do país, designadamente ao nível das redes rodoviárias, ferroviárias, de saneamento básico e electrificação.
A chegada do Partido Socialista ao Governo coincidiu com um ciclo económico favorável, mas o PS portou-se como "a cigarra na época de Verão".
Entre 1997 e 2001, Portugal registou os maiores níveis de perda de competitividade, quando ainda dispunha de um recurso fundamental para corrigir os desequilíbrios na economia - a poupança das famílias -, mas fruto do incentivo ao consumo e da falta de responsabilidade dos dirigente do PS, verificou-se um agravamento do índice de endividamento do Estado, das famílias e das empresas.
Por estas razões, o Governo do PSD tomou várias medidas para dinamizar a economia - o Novo Regime de Licenciamento Industrial e Comercial, a qualificação da mão-de-obra, a redução das Taxas de IRC, a Privatização dos Notários, o desenvolvimento do projecto dos Centros de Formalidades de Empresas e a política de marcas.
Tal como foi salientado por Carlos Pinto e Rogério Hilário (Presidente da ACICF), considero as vias de comunicação viárias, ferroviárias e de informação fundamentais para o desenvolvimento das economias locais e regionais, porque facilitam a fixação de novas empresas e a criação de novos postos de trabalho.

Jantar com a Comissão de Honra


Realizou-se no passado dia 24 o jantar com a Comissão de Honra da candidatura do PSD em Castelo Branco que contou com a presença de mais de uma centena de personalidades de todo o Distrito.
Quero agradecer a todos o empenho e dedicação que estão a colocar nesta campanha eleitoral e em especial aos Senhores Presidentes de Câmara do PSD.

terça-feira, janeiro 25, 2005

Imagens a reter V


Vila de Rei.
Domingo passado acompanhei o Sr. Primeiro-Ministro na visita oficial que realizou a este Concelho.
Foi com satisfação que assisti à concretização de uma antiga aspiração - o início do projecto de requalificação do centro histórico de Vila de Rei.
Por entre a enorme destruição causada pelos incêndios florestais de 2003, que ainda é bem visível em muitos locais do concelho, registei a perseverança, a firmeza e a vontade das suas gentes e da autarquia que continuam a lutar para construir um futuro para a sua terra.
Parabéns à nossa Presidente da Câmara, Irene Barata, pelo esforço e pelo trabalho que tem desenvolvido.

Sim aos debates!

Um conjunto de rádios locais da região decidiram promover um debate entre os cabeças de lista no próximo dia 4 de Fevereiro.
Pela minha parte e conforme já foi transmitido aos promotores desta iniciativa, aceito participar neste debate, mas considero essencial a presença do Eng. José Sócrates, cabeça de lista pelo Partido Socialista.

Reunião com o NERCAB

Reuni ontem com a Direcção do NERCAB - Associação Empresarial da Região de Castelo Branco.
Registei a grande dinâmica e as actividades que esta associação tem desenvolvido na apresentação que fizeram.
Foi com satisfação que verifiquei a proximidade de pontos de vista.
As preocupações com as acessibilidades e o problema das portagens na A23.
As questões do emprego e de competitividade empresarial.
As propostas para reforçar os incentivos para as empresas que se queiram instalar no interior.
As medidas do Governo no domínio da desburocratização da administração pública e os centros de formalidades de empresas.
As perspectivas de desenvolvimento turístico da região em torno da Serra da Estrela, da zona do Pinhal, do Tejo Internacional e de Monfortinho.
Procurarei que o programa eleitoral do PSD para Castelo Branco, reflicta estas propostas.

segunda-feira, janeiro 24, 2005

De que foge o PS e o Eng. Sócrates?

Conforme se recordam, desafiámos o Partido Socialista a realizar connosco um debate em cada concelho do Distrito e solicitámos uma resposta até ao passado dia 23 (domingo).
Pois bem... não houve resposta!
Pelo menos e por uma questão de cortesia e boa educação podiam ter acusado a recepção da nossa carta.
Mas nem isso fizeram.
Nem sim, nem não. Nada...
Lamento que o Partido Socialista e o Eng. José Sócrates não queiram esclarecer os eleitores.
Pela nossa parte, estaremos em todos os debates.

Visita a S. Vicente da Beira


Estive ontem em S. Vicente da Beira, uma das 25 freguesias do concelho de Castelo Branco.
Devido à minha participação na visita oficial do Primeiro-Ministro a Vila de Rei, cheguei a S. Vicente da Beira com cerca de hora e meia de atraso.
Para minha surpresa e apesar do frio que se sentia, as pessoas não arredaram pé e esperaram. Não esquecerei esta recepção.
Nesta terra tive a oportunidade de sentir o trabalho de um povo que ama e defende as suas raízes. O trabalho realizado pelo Grupo de Estudos e Defesa do Património Cultural e Natural da Gardunha (GEGA) na recolha arqueológica e etnográfica, bem patente no espólio museológico que conheci, é notável.
A exposição e o filme sobre os 1700 anos do martírio de S. Vicente, permitiram-me perceber o enorme orgulho que estas gentes têm nas suas tradições.
Bem hajam!

sábado, janeiro 22, 2005

Imagens a reter IV


A A23. Inicialmente designada por IP6.
Começada pelo Prof. Cavaco Silva no XII Governo Constitucional, foi continuada nos XIII e XIV Governos do Eng. António Guterres e concluída em 2004 no XV Governo do Dr. Durão Barroso.
É um exemplo de uma obra que atravessou quatro Governos e esteve para além dos calendários eleitorais.
Com um total de 245 km, dos quais 126 km no Distrito de Castelo Branco, a A23 é uma verdadeira espinha dorsal para o desenvolvimento da Beira Interior.
Sabemos que o Partido Socialista pretende fazer crer que esta obra é sua. Mas quem a iniciou foi um Governo do PSD e mais de 80% do seu traçado foi aberto ao tráfego por Governos do PSD.
Eles falam, falam, mas nós sabemos as acessibilidades que desenvolvemos.

O programa eleitoral do PSD


Ontem, pelas 16 horas, no Centro Cultural de Belém, foi apresentado o Programa Eleitoral do PSD.
Convido-o, desde já, à sua leitura no Portal do PSD.
Consideramos que Portugal precisa de um choque de gestão onde trabalhar mais, produzir mais e poupar mais, são as fórmulas para concretizar os objectivos do nosso desenvolvimento.
A segunda metade da legislatura terá de ser a da redução dos impostos das empresas.
São dez os compromissos que assumimos para a próxima legislatura, colocando em primeiro lugar a importância do aumento da produtividade para criar e distribuir mais riqueza.
A meta para os próximos quatro anos será o aumento da produtividade de Portugal comparativamente com a média da União Europeia.
Defendemos que os aumentos de salários têm de ser conjugados todos os anos com os aumentos inerentes da produtividade.
A consolidação das contas públicas é outro dos compromissos que assumimos. O objectivo é reduzir o peso do Estado no Produto Interno Bruto de 48% para 40%.

sexta-feira, janeiro 21, 2005

Debater para esclarecer os eleitores

Entendemos desafiar o Partido Socialista para a realização de um debate em cada concelho do Distrito de Castelo Branco.
Reproduzo seguidamente a carta que o nosso director de campanha dirigiu aos responsáveis do Partido Socialista no passado dia 18 de Janeiro:
"A realização de eleições legislativas no próximo dia 20 de Fevereiro, constitui para o PSD mais uma oportunidade de esclarecimento e auscultação de todos os Portugueses, que escolherão as propostas que melhorem souberem interpretar a vontade popular.
A necessidade de projectos concretos aferidos à realidade de cada região é ainda mais premente para o interior do País, como acontece com o distrito de Castelo-Branco.
Com o objectivo de ouvir e esclarecer todos os Eleitores, apresentamos uma proposta inovadora de realização de um debate entre PSD e PS em cada concelho com assistência pública.
Compreendemos os constrangimentos do Eng. José Sócrates, em virtude de ser candidato a Primeiro-Ministro, pelo que reputamos de suficiente, mas indispensável, a sua participação em dois debates – o primeiro no início da campanha eleitoral; o segundo, no encerramento.
Aguardamos resposta até ao próximo dia 23 de Janeiro, para imediatamente se definir locais, datas e modelo dos debates a realizar, estando abertos a quaisquer sugestões.

Com os melhores cumprimentos,
O Director de Campanha
"
Esperamos ansiosamente a resposta.

quinta-feira, janeiro 20, 2005

Teimosia, incompetência, irresponsabilidade


Factos sobre a central de compostagem da Cova da Beira:
29 de Março de 1996 – Ignorando os protestos da população e a oposição do PSD e dos ecologistas, José Sócrates defende publicamente Souto Alto como localização para a futura Central de Compostagem e diz que "esperava receber um elogio" dos ambientalistas (Jornal do Fundão). Estes, pelo contrário, criticam a escolha do local.
25 de Outubro de 1996 – José Sócrates proclama: "No final de 1997, os resíduos sólidos do distrito serão tratados" (Jornal do Fundão). Vale a pena recordar que a inauguração da Central de Compostagem feita por José Sócrates e António Guterres teve lugar em 6 de Julho de 2001.
14 de Janeiro de 1998 – Ao contrário do que defendia Sócrates, o próprio consórcio liderado pela empresa HLC (a quem foi adjudicada a obra da Central) vem dizer publicamente – tal como o PSD afirmara desde o primeiro momento - que a zona do Souto Alto "não reúne as mínimas condições" e que "é inviável" a implantação naquele local (Correio da Covilhã).
27 de Agosto de 1998 - Citado pelo jornal Terras da Beira, José Sócrates pressionava os autarcas e a população dizendo: "A região que tenha juízo (…) o dinheiro custou muito a arranjar". Desta forma, acenava com a cenoura do financiamento, ao mesmo tempo que fazia ouvidos moucos às razões da população, do PSD e da organização ambientalista Quercus, contra a localização da Central de Compostagem na Quinta de Alvercões.
Setembro de 1998 – Afinal, quem é que tinha juízo? Um estudo técnico independente encomendado pela Câmara da Covilhã avisa que a localização pretendida por Sócrates constitui "um atentado ao Zêzere" (Correio da Covilhã). Os potenciais riscos ambientais provocados pela proximidade da confluência da Ribeira de Caria com o rio Zêzere, aliados às características do terreno potencialmente agrícola, acabariam por mostrar os riscos da solução defendida por Sócrates e invalidar a construção neste local.
26 de Novembro de 2002 – Prevista para receber 50.000 toneladas de lixo durante 12 anos, a Central de Compostagem ultrapassa já as 65.000 toneladas apenas um ano depois. A má previsão da capacidade leva que se fale na necessidade de novos aterros, obrigando a mais investimento e com consequências ambientais adicionais. Ainda sem recolha selectiva, sem estação de triagem e a estação de combustagem sem uma ETAR (Estação de Tratamento de Águas Residuais) ano e meio após a entrada em funcionamento, a Central "já provocou a contaminação de solos agrícolas com águas lixiviadas, provenientes do lixo depositado no aterro sanitário" (Urbi et Orbi).
3 de Outubro de 2002 - A Associação de Municípios da Cova da Beira anuncia uma solução provisória de tratamento das águas lixiviadas do aterro, para evitar um desastre ambiental na região, recorrendo ao aluguer de uma estação de tratamento de águas residuais amovível (Jornal Público).
22 de Julho de 2003 – Dois anos depois da sua inauguração, a Central de Compostagem está "obsoleta".
O presidente da Câmara do Fundão, Manuel Frexes, defende a actualização da mesma para um processo de compostagem com tratamentos de lixiviados e com forte redução do impacto dos odores (Urbi et Orbi). Significa isto que existia, desde o início, uma alternativa mais moderna, mais económica e menos poluidora do que a implementada por José Sócrates.
6 de Junho de 2004 - É finalmente inaugurada a estação de tratamento de águas residuais, essencial para tratar os lixiviados e resolver a principal deficiência na construção da Central de Compostagem (Centro Fundão).

Um desastre ambiental


No trabalho que tenho desenvolvido no distrito de Castelo Branco, como candidato a deputado pelo PSD, tenho ouvido as preocupações que, nos mais diversos sectores, me têm sido apresentadas pelos responsáveis locais. E com insistência foram-me falando do verdadeiro escândalo da Central de Compostagem da Cova da Beira, situada no Fundão.
Quis saber mais do assunto. E quanto mais ia sabendo, mais razão ia dando à indignação que dominava o assunto.
A Central de Compostagem deveria ter sido, desde a inauguração, uma estação de tratamento de resíduos sólidos urbanos, inaugurada pelo Eng. José Sócrates, enquanto ministro do Ambiente, em Julho de 2001.
Mas, verifiquei que, afinal, era mais um simples aterro de lixos urbanos, praticamente uma lixeira a céu aberto, em que não havia recolha selectiva, a estação de triagem nada fazia e a estação de compostagem não tinha uma Etar, para tratar as águas lixiviadas produzidas pelos resíduos. Portanto, uma verdadeira lixeira!
Como é que é possível que o Eng. José Sócrates, que tanto fala da defesa do ambiente, tenha pactuado e patrocinado situações destas, dando-se ao luxo de ir inaugurar uma central de compostagem que simplesmente não existia?!
A incúria e negligência levaram a que a infiltração de águas lixiviais contaminassem solos agrícolas e lençóis freáticos, impedindo a utilização de águas de poços até para rega.
Para além deste verdadeiro atentado ambiental patrocinado pelo Eng. José Sócrates, este mesmo ministro conseguiu fazer com que o maior investimento realizado no distrito de Castelo Branco – cerca de 5 milhões de contos – fosse para o buraco. Porque nada funcionava.
Apenas 30 meses depois da inauguração, já no mandato do Governo do Dr. Durão Barroso, foram realizados fortes investimentos para fazer desta lixeira uma verdadeira Central de Compostagem.
Só que, por causa das más soluções técnicas escolhidas pelo Eng. Sócrates, que não funcionavam, são os munícipes que estão a pagar a factura: o custo de tratamento da tonelada de lixo na Central de Compostagem do Fundão é de 43 euros, enquanto – veja-se! – o custo da mesma tonelada em Castelo Branco é metade! Como é que é possível tomar decisões políticas tão erráticas e gerir com tanta negligência os dinheiros públicos, que é dos contribuintes?!
Só penso no que seria se entregássemos o Governo de Portugal a estes senhores.

Visita à central de compostagem da Cova da Beira


No passado dia 18 de Janeiro visitei a Central de Compostagem da Cova da Beira, situada no concelho do Fundão.
Fui acompanhado, entre outras pessoas, pelos Srs. Presidentes das Câmaras Municipais do Fundão e da Covilhã e pelo Dr. Domingos Saraiva, Administrador da Empresa das Águas do Zêzere e Côa.
O que vi, irei retratar de forma mais detalhada em próximos "posts", mas considero que conheci mais uma oportunidade perdida do Eng. José Sócrates.
É verdadeiramente mais um caso de dinheiro dos portugueses que o Eng. José Sócrates atirou ao lixo!

quarta-feira, janeiro 19, 2005

Imagens a reter III


A Cova da Beira.
Uma das regiões agrícolas mais ricas do nosso País.
Na Cova da Beira desenvolve-se há quase 30 anos um grande projecto que é uma grande ambição desta região:
o Aproveitamento Hidroagrícola da Cova da Beira, vulgarmente conhecido por "Regadio da Cova da Beira".
Desde 1977 que os trabalhos decorrem, estando já concluída a 1ª fase.
Vamos continuar esta obra até à sua conclusão. A Cova da Beira merece-o!

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Apresentação da candidatura


Sei que não é politicamente correcto. Mas vou deixar à pena de um jornalista relatar a apresentação da nossa candidatura que decorreu ontem no Arquivo Distrital de Castelo Branco.
Com o título de "Sócrates é marketing", o Expresso Online escreveu o seguinte:
O cabeça de lista do PSD por Castelo Branco, Morais Sarmento, afirmou quinta-feira que o secretário-geral socialista, José Sócrates, que concorre também por aquele círculo, é um modelo de «marketing» político, com «muita cosmética e pouca substância».
Morais Sarmento, que falava em Castelo Branco por ocasião da apresentação dos deputados do PSD pelo distrito às eleições legislativas de 20 de Fevereiro, dedicou boa parte da sua intervenção a criticar aquilo que disse ser a falta de ideias do líder do PS e cabeça de lista dos socialistas por este círculo eleitoral, acusando-o de ser «um aluno brilhante dessa escola de desgoverno em que o PS é exímio».
O vice-presidente social-democrata, actual ministro da Presidência, afirmou que José Sócrates «é mesmo o melhor exemplo da política feita de marketing», com «muita cosmética e pouca substância».
«Foi cosmético enquanto foi ministro, é agora cosmético como líder do Partido Socialista, e será cosmético se algum dia o país tiver a infelicidade de o ver chegar a primeiro-ministro», disse, reforçando que José Sócrates «pode ser um modelo de marketing político mas o problema está em que lhe falta tudo para ser um modelo de competência e de visão estratégica na condução dos destinos do país».
Ao ouvir-se o líder socialista, disse, «é flagrante e evidente a ausência de uma única ideia estruturada que dê solidez e credibilidade ao seu discurso», e José Sócrates «espera ansiosa e desesperadamente que o iluminado Vitorino lhe venha regar agora este deserto de ideias», afirmou Morais Sarmento, referindo-se ao ex- comissário europeu António Vitorino, que coordena o programa eleitoral do PS.
O dirigente social-democrata acusou ainda o líder socialista de estar «sempre a disparar ao lado», e, «como diz o povo, cada vez que ele fala, 'cada cavadela, sua minhoca'».
Exemplificou com a questão da co-incineração, no qual, sustentou, Sócrates «acabou incinerado», da posição acerca dos hospitais SA - «esqueceu-se de que de facto eram já as empresas públicas em que os queria transformar» -, e, «o mais grave», apontou, a sua intervenção da véspera sobre o apoio aos idosos carenciados.
«Veio dizer que se preocupava com os idosos e que portanto o seu objectivo era colocar os mesmos no limiar da pobreza. Pobres dos idosos que ouviram aquela conversa», afirmou.
«Mais grave - prosseguiu Morais Sarmento -, foi que, quando confrontado com o que queria dizer com aquela peregrina ideia, amuou, como se viu na televisão, zangou-se com os jornalistas, bateu com a porta do carro e ficou desesperado a tentar pegar no cinto de segurança, mas não há cinto de segurança que lhe valha, porque o problema é ele».
Finalizando, o cabeça de lista social democrata por Castelo Branco concluiu que, comparando «com rigor» o trabalho desenvolvido por PSD e PS ao longo dos últimos 30, «não podem restar dúvidas».
«Nós criámos, fizemos e impulsionámos, e ao mesmo tempo tivemos ainda que corrigir as gravíssimas asneiras de quem nos antecedeu: Cavaco Silva teve que corrigir Mário Soares e Durão Barroso o engenheiro António Guterres», frisou Morais Sarmento.

domingo, janeiro 09, 2005

Imagens a reter II


É considerada a aldeia mais portuguesa de Portugal.
Nada mais verdadeiro.
Monsanto, aldeia histórica, é uma imagem fabulosa do homem a conviver com a natureza.